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SEO, AEO, GEO, AIO e LLMO: Otimização Generativa para Buscadores 

Invalid Date • by Osmar Demozzi Junior • 5 minutes read

A ascensão dos modelos de linguagem (LLMs) e da IA generativa está mudando a forma como as pessoas pesquisam, descobrem e consomem informação. Mas, apesar do barulho, uma coisa continua verdadeira: os fundamentos de SEO ainda valem – e muito.
Com base nas ideias do episódio “SEO, AIO, GEO, your site, & third-party support to optimize for LLMs” do podcast Search Off the Record (Google Search Central), este artigo organiza o que realmente importa hoje para quem cuida de sites, conteúdo e aquisição orgânica – e mostra como parceiros especializados, como a obra.ag, podem acelerar esse processo.

1. SEO está em transformação – mas não acabou

LLMs (como ChatGPT) e experiências de IA na busca mudaram a interface, mas não o princípio básico:
os usuários continuam tentando resolver problemas reais, e o Google continua tentando entregar o melhor resultado possível.

O que muda para você:

  • Continua importante: Conteúdo útil, claro e bem pesquisado. Base técnica sólida (velocidade, mobile, segurança). Entender como o Google lê, indexa e apresenta seu site.
  • Ganha ainda mais peso: Clareza e estrutura do conteúdo, para humanos e para IA. Credibilidade e experiência real (E-E-A-T). Dados estruturados e contexto bem marcado.

Se você quiser entender melhor como a experiência do usuário conversa com SEO nessa nova fase, vale ler o artigo “A magia de UX e SEO” da obra.ag, que aprofunda essa interseção de forma prática.

2. Ainda vale contratar SEO? Sim, mas escolha muito bem

2.1 Quando faz sentido ter um profissional de SEO

Para a maioria das empresas, SEO não é trivial. Um bom profissional ou equipe pode:

  • Diagnosticar problemas reais no site (técnicos e de conteúdo).
  • Priorizar ações de maior impacto em tráfego e receita.
  • Conectar SEO à estratégia de negócio, não só a visitas.
  • Ajudar o time interno a entender boas práticas que sobrevivem a mudanças de algoritmo e tendências de IA.

SEO, feito direito, é construção de ativo de longo prazo – não uma “campanha” pontual. Se você não tem esse conhecimento internamente ou quer ganhar velocidade, conversar com um time especializado como o da obra.ag pode encurtar muito a curva de aprendizado.

2.2 Sinais vermelhos de profissionais e agências duvidosos

Alguns comportamentos que você deve evitar:

  • Promessas milagrosas
  • “Garantimos 1º lugar em 30 dias.” “Aumentamos seu tráfego em 500% garantido” com estratégias de SEO tradicional. Ninguém controla o Google, e muito menos o mercado e os concorrentes.
  • Obsessão por métricas de terceiros pode prejudicar sua estratégia de SEO tradicional e otimização.
  • Discurso centrado em “Domain Authority”, “DR”, “Trust Flow” etc. como objetivo final. Essas métricas são modelos privados, não dados oficiais do Google.
  • Estratégias que sacrificam qualidade
  • Quebrar um tema profundo em dezenas de posts superficiais de 300 palavras. Stuffing de palavras-chave, textos genéricos, conteúdo gerado em massa sem curadoria.
  • Zero interesse pelo seu negócio pode afetar negativamente sua visibilidade em SEO.
  • Oferecem “pacote fechado” sem entender: quem é seu público; como você ganha dinheiro; quem são seus concorrentes; quais são suas prioridades de negócio.

Se a conversa gira em torno de “truques”, “segredos de algoritmo” e “hacks”, em vez de valor para o usuário e para o negócio, é melhor parar por aí.

2.3 Como avaliar um bom profissional ou agência de SEO

Use estas perguntas como filtro:

  1. “Como vocês medem sucesso em SEO?”
  2. Boa resposta: fala de tráfego orgânico real, conversões, leads, receita, posições em consultas relevantes e otimização de conteúdo. Má resposta: fala apenas de DA, DR, número de backlinks, “pontuação” da ferramenta.
  3. “Como vocês lidam com mudanças de algoritmo?”
  4. Boa resposta: menciona acompanhamento dos comunicados oficiais, testes, ajustes baseados em dados e foco em fundamentos. Má resposta: fala em “proteção”, “blindagem”, “hacks secretos”.
  5. “Que ferramentas de terceiros vocês usam – e como?”
  6. Boa resposta: ferramentas como apoio (Ahrefs, SEMrush, etc.), sempre validadas com Search Console e Analytics. Má resposta: uma métrica proprietária vira “a verdade” (“vivemos por DA/DR”).
  7. “Como vocês entendem meu negócio e meu público?”
  8. Boa resposta: começam fazendo perguntas, pedem acesso a dados, querem conhecer jornada, margens, ticket, diferenciais. Má resposta: empurram um plano padrão.
  9. “Qual é a abordagem de vocês em relação à IA e LLMs?”
  10. Boa resposta: continuar fazendo SEO sólido, estruturar bem conteúdo e dados, não “quebrar conteúdo” artificialmente. Má resposta: “agora tudo mudou, jogue fora o que você faz e confie em nossa receita mágica de IA”.

Se você quer uma conversa honesta sobre isso aplicada à sua realidade, pode falar com o time da obra.ag e usar essas mesmas perguntas como pauta.

3. Domain Authority, DR, Trust Flow: o que essas métricas são (e o que não são)

Ferramentas como Moz, Ahrefs, SEMrush, Majestic e outras criaram suas próprias métricas, por exemplo:

  • Domain Authority (DA)
  • Domain Rating (DR)
  • Ahrefs Rank (AR)
  • Trust Flow, Citation Flow

São úteis? Podem ser. Mas é essencial entender:

  • São modelos privados, não números do Google.
  • Não existem no algoritmo do Google.
  • Não correlacionam perfeitamente com a visibilidade em marketing digital: ranking real; tráfego orgânico; receita gerada.

Um site com “DA 30” pode faturar mais do que um com “DA 60” se tiver conteúdo e proposta de valor melhores.

3.2 Como usar ferramentas de terceiros de forma inteligente

Use essas ferramentas como apoio estratégico, não como bússola única:

  • Pesquisa de palavras-chave (volume, dificuldade estimada, intenção).
  • Análise de backlinks (quem linka para você e para concorrentes).
  • Auditorias técnicas (links quebrados, páginas lentas, problemas de crawl).
  • Benchmark de concorrentes (temas, formatos, frequências).

Aqui, ter o apoio de um time que sabe ler esses sinais – como a obra.ag – economiza tempo e evita decisões baseadas só em “números bonitos”.

4. Conteúdo para humanos e LLMs: por que “fatiar demais” é um erro

Depois do boom dos LLMs, surgiram “estratégias” como:

  • “Escreva posts de 300 palavras porque LLMs trabalham com chunks pequenos.”
  • “Transforme cada subtópico em um artigo separado, mesmo que superficial.”
  • “Listas rasas e frases curtas para IA entender melhor.”

Isso parte de uma simplificação perigosa sobre como LLMs e sistemas de RAG funcionam.

4.1 Por que quebrar conteúdo demais não funciona

  • Piora a experiência do usuário humano
  • Conteúdo fragmentado, sem profundidade, força a pessoa a abrir 10 páginas para entender um assunto. Usuários valorizam material completo, que resolve o problema em um só lugar.
  • Não é assim que LLMs realmente funcionam
  • LLMs conseguem lidar com textos longos, desde que bem estruturados. Sistemas de RAG costumam fazer chunking semânticoNão simplesmente cortar por número fixo de palavras, mas focar em otimização de conteúdo.
  • Você enfraquece seu próprio ativo
  • Em vez de um “guia definitivo” sobre o tema, você cria múltiplos conteúdos superficiais, mais fáceis de serem ignorados – por pessoas e por IA.

4.2 Como escrever conteúdo “amigo” de humanos e IA

Foque em:

  • Estrutura clara
  • Títulos (H1, H2, H3) que seguem uma lógica. Seções que cobrem o tema de forma progressiva.
  • Parágrafos focados
  • Uma ideia por parágrafo, clareza > excesso de brevidade.
  • Contexto explícito
  • Explique conceitos, não presuma conhecimento prévio de tudo.
  • Profundidade adequada
  • Se o tema precisa de 5000 palavras, escreva 5000 bem trabalhadas. Se resolve em 1500 com qualidade, não infle texto à toa.
  • Dados estruturados (schema) quando fizer sentido
  • Artigos, FAQs, produtos, eventos, avaliações – tudo isso pode ser marcado para ser melhor compreendido por mecanismos de busca e assistentes de IA.
  • Boas ligações internas
  • Artigos conectados por lógica de jornada, não só por “palavra-chave repetida”, são uma forma de otimização em marketing digital.

Se você quiser se aprofundar especificamente em como UX impacta a performance orgânica na prática, recomendo também o artigo “SEO e UX: como alinhar os dois sem perder resultados”.

5. SEO, AIO e GEO: como essas siglas se complementam

No episódio, aparecem três “camadas” que fazem sentido juntas:

5.1 SEO – Search Engine Optimization

  • Base tradicional: fazer seu site aparecer bem na busca orgânica.
  • Continua crítico e engloba: técnica (velocidade, mobile, segurança); Conteúdo (qualidade, intenção, profundidade) é crucial para a otimização de SEO. Popularidade/autoridade (links, marca, menções) são fundamentais para a otimização de SEO.

Aliás, se você ainda não revisou o básico técnico do seu site, um bom começo é entender como usar e não usar o robots.txt. A obra.ag tem um guia específico sobre isso: “Fundamentos do robots.txt”.

5.2 AIO – AI Optimization

  • Não é “escrever para robô”, e sim: estruturar informações de forma organizada, clara e relacionável.
  • Exemplos práticos de otimização com inteligência artificial: Uso consistente de headings e hierarquia de conteúdo. FAQs bem formuladas que a IA possa reutilizar. Schema markup bem implementado. Citações, fontes e contexto bem marcados (facilita resumos e respostas por IA).

5.3 GEO – Geolocation Optimization

  • Focado em buscas com intenção local: “advogado trabalhista em Curitiba” “loja de material de construção perto de mim”
  • Envolve: Ficha de empresa atualizada (Google Business Profile). Nome, endereço e telefone consistentes em toda a web. Conteúdo e páginas dedicadas às regiões de atuação. Reviews e reputação local.

Em vez de escolher um deles, pense em combinar SEO + AIO + GEO na medida em que faz sentido para seu negócio – e, se fizer sentido, buscar apoio de quem já tem casos nessa frente, como o time da obra.ag.

6. Fundamentos que continuam valendo (e até mais fortes) na era da IA

6.1 E-E-A-T: experiência, expertise, autoridade e confiabilidade

  • Conteúdos assinados por quem vive o que está ensinando.
  • Provas de experiência real: cases, exemplos práticos, números, bastidores.
  • Autoridade que se constrói com: consistência, qualidade, relacionamento, referências externas (links e menções).

6.2 Conteúdo realmente útil

  • “Texto para encher linguiça” perdeu vez.
  • O que ganha: resolver dúvidas de forma concreta; ajudar o usuário a tomar decisões; oferecer visão original, e não mais do mesmo.

Se você ainda não está usando dados de tendência de busca para guiar seus conteúdos, o artigo “Dominando o SEO com Google Trends” mostra como usar essa ferramenta para sair do achismo e priorizar o que as pessoas realmente querem saber.

6.3 Experiência técnica e de uso

  • Páginas rápidas, responsivas e seguras são pré-requisito.
  • Acessibilidade e boa usabilidade também entram no pacote.

6.4 Links de qualidade (ainda importam)

  • Backlinks não desapareceram com a IA.
  • O que muda é a qualidade: links naturais, de contextos relevantes, que fazem sentido para o usuário.

7. Respondendo às mudanças de algoritmo sem pânico

Quando o Google anuncia um update:

  1. Não entre em desespero.
  2. Leia o material oficial (Google Search Central, documentações).
  3. Compare o foco do update com seu site, por exemplo: Falaram de “conteúdo útil”? Reavalie se o seu realmente resolve o problema do usuário. Falaram de “experiência de página”? Cheque performance, mobile e usabilidade.
  4. Priorize ações que atacam causas reais, não “truques da moda”.

Da mesma forma, em relação à IA:

  • Nem toda novidade é relevante para o seu contexto.
  • Teste hipóteses em pequena escala antes de reposicionar toda a estratégia.

Se você prefere avaliar isso com alguém que olha o seu Search Console e Analytics junto com você, pode marcar uma conversa com o time de SEO da obra.ag e traduzir esses updates em um plano realista.

8. Próximos passos práticos para aplicar isso no seu site

Primeira semana

  • Verifique se você tem Google Search Console instalado e funcionando.
  • Puxe um relatório dos últimos 3 meses: páginas com mais cliques; consultas que mais trazem tráfego; posição média.
  • Identifique: páginas que já estão entre posição 5 e 10 (ótimas “quick wins” para otimizar título, meta description, conteúdo e links internos).

Segundo ciclo

  • Auditoria rápida de conteúdo:
  • seus principais artigos têm estrutura clara (H1, H2, H3)? estão profundos o suficiente para resolver bem o tema?
  • Valide:
  • se você está respondendo às dúvidas reais do público; se o conteúdo é melhor que o dos concorrentes nas buscas mais importantes.
  • Comece a implementar schema markup (artigos, FAQs, produtos), se fizer sentido para o tipo de página.

Terceiro ciclo

  • Se for contratar ajuda externa: use as perguntas e red flags deste artigo como checklist de entrevista.
  • Se for investir pesado em ferramentas: defina claramente para quê (palavras-chave, backlinks, auditoria etc.). sempre bata o que a ferramenta mostra com dados reais do Search Console e do Analytics.

Se quiser acelerar essa jornada com alguém que já vive esse dia a dia, fale com o time da obra.ag em seo.obra.ag E leve seus dados para a conversa sobre otimização de SEO e marketing digital.

Conclusão + CTA

A combinação de SEO, AIO e GEO mostra que não se trata de abandonar o que funcionava, mas de aprimorar fundamentos com mais estrutura, dados e foco em experiência real.
Métricas de terceiros podem ajudar, mas não substituem a única coisa que importa de verdade: tráfego qualificado que gera resultado para o negócio, sustentado por conteúdo profundo e confiável.

No fim, IA e LLMs não são “o fim do SEO”, mas um filtro cada vez mais rígido contra o superficial.
Quem continuar produzindo conteúdo sério, estruturado e voltado ao usuário tende a se beneficiar – na busca tradicional, nas respostas de IA e em qualquer nova interface que surgir.

Quer trazer essa visão para o seu contexto?
Converse com o time de SEO da obra.ag em seo.obra.ag e transforme essas ideias em um plano concreto para o seu site.

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Osmar Demozzi Junior

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Osmar Demozzi Junior, Especialista em Growth Marketing em Produtos digitais da criação até seu lançamento.

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